"Bendito seja o fruto":

la perspectiva ecofeminista sobre las formas de dominación de la naturaleza y de las mujeres de la serie de televisión “The Handmaid’s Tale” (artículo en portugués)

  • Nariel Diotto Universidade de Cruz Alta
  • Angelita Woltmann Universidade Franciscana (UFN)
  • Tiago Anderson Brutti Universidade de Cruz Alta
  • Elizabeth Fontoura Dorneles Universidade de Cruz Alta
Palabras clave: ecofeminismo, Estado laico, medio ambiente, The Handmaid's Tale.

Resumen

Este ensayo busca profundizar el estudio jurídico, filosófico y social de las formas de dominación del medio ambiente y la mujer, relacionando ambas opresiones, bajo los ojos de la ficción, específicamente, de la serie estadounidense "The Handmaid's Tale", inspirada en libro del mismo nombre. Entre otros aspectos, analizamos la dualidad de la existencia en el planeta, donde predomina el hombre (generalmente blanco), cis y dominante, que históricamente ha ejercido su fuerza sobre "cosas" que considera inferiores (mujeres, animales y naturaleza) y en este punto está anclado en la religión normalmente cristiana. El estudio es crítico desde el punto de vista de los derechos humanos y el ecofeminismo y el secularismo del estado, centrándose en la vulnerabilidad histórica de las mujeres, los animales y el medio ambiente, sin abordar aspectos popularmente defendidos por los liberales, que generalmente impregnan el tema. Las principales bases teóricas utilizadas fueron Maria Mies y Vandana Shiva, quienes estudian las desigualdades estructurales en todo el mundo, que permiten el dominio de las mujeres y los recursos naturales por parte de los hombres, con el objetivo de obtener ganancias económicas desigualmente distribuidas y la exploración de la naturaleza. indiscriminadamente También se utilizó el trabajo de la brasileña Daniela Rosendo, que trata sobre el ecofeminismo animalista, un estudio que cuestiona las relaciones de subordinación existentes entre hombres y mujeres y hombres y animales, haciendo un contrapunto entre sexismo y especismo. La autora María Tardón Vigil contribuyó con su estudio de las características androcéntricas del mundo, que transforman la cultura en una crisis ecológica, destacando el papel de las mujeres como creadoras de conocimiento y guardianes de la biodiversidad. Y finalmente, Ivone Gebara plantea una pregunta sobre las instituciones ecofeministas, proponiendo una reflexión sobre las formas de repensar el conocimiento y la religión.

Biografía del autor/a

Nariel Diotto, Universidade de Cruz Alta

Mestranda em Práticas Socioculturais e Desenvolvimento Social (UNICRUZ). Especialista em Direito Constitucional (FCV). Bacharela em Direito (UNICRUZ). Integrante do Grupo de Pesquisa em Direito dos Animais da UFSM, da Comissão de Estudos em Direito dos Animais do Canal Ciências Criminais e do Grupo de Pesquisa Jurídica em Cidadania, Democracia e Direitos Humanos da UNICRUZ. Colaboradora dos PIBIC’s “A Condição Sociocultural da Mulher e o Feminismo Negro” e “Tolerância, educação e igualdade na construção do bem comum” (GPJUR/UNICRUZ), Bolsista CAPES. Advogada.

Angelita Woltmann, Universidade Franciscana (UFN)

Autora da pesquisa. Doutoranda em Direito (PPGD/UNISINOS) pela Linha “Sociedade, Novos Direitos e Transnacionalização”. Orientanda do Prof. Dr. Vicente de Paulo Barreto e doutoranda em Ciências Jurídicas, na área de Direito Penal pela Universidade de Buenos Aires (UBA). Mestre em Integração Latino-Americana pelo Mestrado em Integração Latino-Americana (MILA) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) na linha de pesquisa Direito da Integração. Especialista em Direito Constitucional aplicado pelo Centro Universitário Franciscano (UNIFRA). Especialista em Bioética pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Professora do Curso de Direito da Universidade Franciscana (UFN). Pesquisadora no GPDA-UFSM (Grupo de Estudo em Direito dos Animais). Atua e tem experiência na área do Direito Público - Constitucional, Internacional e Administrativo com ênfase nas temáticas envolvendo "novos direitos" ou direitos especiais (bioética, biodireito, cibercrimes, ambiental e consumidor), direitos humanos e vulnerabilidade, direito & arte (cinema e literatura, em especial) e metodologia científica (atuou por um longo período como coordenadora de Trabalho de Conclusão do Curso de Direito). Possui registro junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS 61.713), atuando nas áreas de constitucional/administrativo/consumidor/civil (saúde)/família.

Tiago Anderson Brutti, Universidade de Cruz Alta

Orientador do trabalho. Doutor em Educação nas Ciências - Filosofia pela UNIJUÍ; pós-doutor em Filosofia pela UNIOESTE; mestre em Educação nas Ciências - Direito UNIJUÍ; bacharel em Filosofia pela UNIJUÍ; bacharel em Direito pelo IESASA; especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pela UNICRUZ; atua como professor, pesquisador e extensionista na UNICRUZ, particularmente no Curso de Direito e no Programa de Pós-Graduação em Práticas Socioculturais e Desenvolvimento Social – Mestrado. E-mail: tbrutti@unicruz.edu.br.

Elizabeth Fontoura Dorneles, Universidade de Cruz Alta

Possui graduação em Licenciatura Plena em Letras pela Associação de Professores de Cruz Alta (1977), mestrado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1999) e doutorado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005). Atualmente é professora da Universidade de Cruz Alta, no PPG Práticas Socioculturais e Desenvolvimento Social. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teorias do Texto e do Discurso, atuando principalmente nos seguintes temas: discurso, história, identidade, língua e literatura, cultura, política e movimentos sociais. Membro dos Grupos de pesquisa GEPELC - Grupo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Linguagem e Comunicação, liderado por Carla Rosane Tavares Alves, GEPAD liderado por Solange Mitman e do Grupo Oficinas de AD: conceitos em movimento, liderado por Maria Cristina Leandro Ferreira. Possui experiência em gestão da Educação Superior.

Citas

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Publicado
2019-12-16
Sección
VARIOS