Políticas públicas para la autocomposición de conflictos y la formación actual de profesionales del derecho en Brasil

  • Camila Silveira Stangherlin UNISC - Universidade de Santa Cruz do Sul
  • Fabiana Marion Spengler UNISC - Universidade de Santa Cruz do Sul
Palabras clave: autocomposición, conflicto, educación legal, políticas públicas, profesionales del derecho.

Resumen

En los últimos años, Brasil ha instituido una política pública dirigida a la realización del derecho de acceso a la justicia a través de mecanismos de composición que se basó en la emisión de normas. Los cursos de derecho recibieron pautas de ajuste de acuerdo con estas implementaciones. Esta investigación tiene como objetivo comprender el escenario actual de la formación básica de los profesionales del derecho, esencialmente, con respecto a su preparación para las prácticas de solución basadas en la autonomía y la consensualidad. El método de enfoque es deductivo y la recolección de datos se realizó por fuentes primarias y secundarias. El problema que mueve el trabajo es: ¿las pautas de la formación jurídica fundamental están alineadas con las disposiciones normativas actuales que contemplan actividades de autocomposición? La conclusión apunta a una capacitación que aún es incipiente en lo que concierne al estudio y capacitación para formas consensuadas.

Biografía del autor/a

Camila Silveira Stangherlin, UNISC - Universidade de Santa Cruz do Sul

Estudiante de doctorado en Derecho en la Universidad de Santa Cruz do Sul - UNISC; Master en Derecho por la Universidad Regional Integrada del Alto Uruguay y las Misiones - URI / Santo Ângelo; Especialista en Derecho Procesal Civil - UNINTER; Concluyendo el Curso de Formación Pedagógica para Docentes - IFFar; Miembro del Grupo de Investigación de Políticas Públicas en el tratamiento de conflictos, vinculado al CNPq. Abogada. Docente en derecho.

Fabiana Marion Spengler, UNISC - Universidade de Santa Cruz do Sul

Bolsista de produtividade em Pesquisa do CNPq (Pq2). Pós-doutorado em Direito pela Università degli Studi di Roma Tre (Itália). Doutora em Direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Mestre em Desenvolvimento Regional pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Professora do PPGDireito da UNISC. Coordenadora do Grupo de Pesquisa “Políticas Públicas no Tratamento dos Conflitos” (DGP/CNPq). Coordenadora e mediadora do projeto de extensão “A crise da jurisdição e a cultura da paz: a mediação como meio democrático, autônomo e consensuado de tratar conflitos”. Santa Cruz do Sul (RS), Brasil.

Citas

AQUINO, Maria da Glória Costa Gonçalves de Sousa. Considerações sobre a Resolução CNJ nº 125/2010: Uma avaliação política da política judiciária brasileira – a solução dos conflitos de interesses? 1ª Ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2017.

CAPPELLETTI, Mauro; GARTH, Bryant. Acesso à justiça. Tradução de Ellen Gracie Northfleet. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris, 1988.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CES 9/2004. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Direito e dá outras providências.

Disponible en: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces09_04.pdf. Asceso en: 15 Fev 2020.

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Resolução 125, de 29 de novembro de 2010. Disponible en: http://www.cnj.jus.br/atos-administrativos/atos-da-presidencia/resolucoespresidencia/12243-resolucao-no-125-de-29-de-novembro-de-2010. Acceso en: 14 Fev 2020.

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Resolução 225, de 31 de maio de 2016. Disponible en: https://atos.cnj.jus.br/files/resolucao_225_31052016_02062016161414.pdf. Acceso en: 25 Jan 2020.

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO. Resolução 174, de 30 de setembro de 2016. Disponible en: http://www.csjt.jus.br/c/document_library/get_file?uuid=235e3400-9476-47a0-8bbb-bccacf94fab4&groupId=955023. Acceso en 12 Fev 2020.

GUTIÉRREZ, Daniel Mota; MAGALHÃES, Victor Alves. Acesso à justiça e igualdade: críticas à Resolução nº 174/2016 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho. Revista Juris Poiesis – Rio de Janeiro Vol. 22, nº 30, pg. 168-185, 2019.

MANCUSO, Rodolfo de Camargo. A resolução dos conflitos e a função judicial no contemporâneo Estado de Direito. 2ª Ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014.

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 9ª Ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2004.

SANTOS, André Leonardo Copetti; MORAIS, José Luis Bolzan de. O ensino jurídico e a formação do bacharel em Direito: diretrizes político-pedagógicas do curso de Direito da Unisinos. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Para uma revolução democrática da justiça. Coimbra: Almedina, 2015.

SERRES, Michel. Polegarzinha. Tradução Jorge Bastos. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2018.

SPENGLER, Fabiana Marion. Mediação de conflitos: da teoria à prática. 2ª Ed. rev. e ampl. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2017.

ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas, Athenas, 2008.

Publicado
2021-01-01
Cómo citar
Stangherlin, C., & Spengler, F. (2021). Políticas públicas para la autocomposición de conflictos y la formación actual de profesionales del derecho en Brasil. Derecho Y Cambio Social, (63), 218-229. Recuperado a partir de https://lnx.derechoycambiosocial.com/ojs-3.1.1-4/index.php/derechoycambiosocial/article/view/434
Sección
VARIOS